invado
os braços
do infinito
afinal
sou eu que fico, sempre,
um pouco mais
fixo
e nutro
esse suplício
em busca do porto
que seja paz
desenho uma linha
em que a ponta
encontra com seu princípio
(já meio torto(
e se desfaz perdida nos entremeios
da involuntária
instabilidade

Nenhum comentário:
Postar um comentário