Olho pela janela e entendo,
a luz cinzenta do céu me mostra que às vezes é preciso
isolar-se
para se reinventar.
Juntar caco por caco, cada membro,
alinhar-se ao presente momento,
entender as lacunas da vida.
Não se trata apenas de organizar a bagunça,
mas da consistência do desafio.
Medo. Taquicardia.
O peso da mágoa, cara a cara.
Vou diluindo,
desfazendo nozinho por nozinho,
encarando a fera,
e me exonero, retirante.
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